sexta-feira, 3 de junho de 2016

Odoyá! Oke arô!


"Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim
A sua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só pra mim." Já dizia Maria Bethânia.
E pra mim, milagre que ensina a recuperar o controle, perceber os erros, arrumá-los, pedir perdão e perdoar e reaprender todos os dias a caminhar, uns dias em paz e outros nem tanto.
E quando o chão sai dos pés, as lágrimas escorrem sem fim, é só escutar a cantiga do mar e deixar as lagrimas caírem na boca que logo o gosto do sal te lembra quem é que segura tua mão e de onde vem a força pra continuar. Dai-me azul e verde que eu sigo em paz.

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